Escolas argentinas usam arte como fio condutor para o trabalho pedagógico

Por volta de 1958, duas professoras universitárias argentinas – uma formada em Artes e a outra em Música -, abriram uma pequena escola, a princípio, na casa de uma delas, por acreditar que era necessário ousar e começar a desenvolver experiências alternativas de educação. Este foi o início do que seriam as Escolas Experimentais no país…

Passados muitos anos de trabalho e de luta, foi criado um método pelos docentes de lá, inspirado na pedagogia proposta por Paulo Freire. No método criado, a arte é utilizada como fio condutor no desenvolvimento do trabalho das disciplinas obrigatórias do currículo.

Desde sua chegada na escola, os estudantes tem contato com pincéis, tintas e instrumentos musicais e, é a partir destes instrumentos-recursos, que os professores conduzem suas aulas.

Para além da questão da arte como condutora dos processos de ensino-aprendizagem, há outros aspectos fundamentais na concepção e no desenvolvimento das Escolas Experimentais na Argentina.

Esta é uma história que vale a leitura!!!

Acesse o site do Centro de Referências em Educação Integral e leia mais detalhes desta história.

 Abaixo, entrevista com Emilio, professor de uma escola pública experimental em Ushuaia, Argentina.

Abraço,

Arteterapeuta Alessandra Rosalles