“… Em todas as mulheres, sobretudo na maturidade, instala-se uma força subterrânea e invisível que se manifesta por meio de comportamentos inesperados, arroubos de energia, intuições perspicazes, ímpetos apaixonados… um impulso arrebatador e inesgotável que as impele obstinadamente… à reconstrução de toda e qualquer integridade despedaçada. Como uma grande árvore que… quando ameaçada… com enorme dose de paciência e persistência, continua a nutrir-se, através das próprias raízes, restaura-se e renasce para manter o próprio espírito vital de forma a poder gerar novos frutos, aos quais confiará esta herança inestimável…”. (Clarissa Pinkola Estés)

Somos um grupo de mulheres que acredita e confia na importância do fortalecimento e da nutrição… mútuos… do feminino.

Nosso grupo é mediado pela arteterapeuta Alessandra Rosalles e a metodologia do nosso trabalho se ancora em duas premissas básicas:

  • A primeira, é a de que as histórias podem ser remédios. Portanto, as histórias de cada uma das participantes é ouvida, acolhida e entrelaçada, de forma amorosa, com as histórias do livro Mulheres que Correm com os Lobos, de Clarissa Pinkóla Estés.
  • A segunda é a de que, como diz Clarissa: “o ofício das mãos… o ofício do fazer… e a arte… também são curativos e importantes, porque celebram as estações da alma…”.

Desta última fala de Clarissa, entendemos que, através dos recursos expressivos, podemos estabelecer um canal direto com nossos anseios mais genuínos; exercitar nosso potencial criativo; trazer para a consciência questões importantes da nossa história e o mais bonito de todo esse processo: podemos materializar na arte e através dela, o que ainda não é possível fazer acontecer na vida!!!!

Confiamos que cada passo dado, na direção do acolhimento, do fortalecimento e da cura do feminino mais essencial, contribui para que toda a teia das mulheres ressoe nestas direções: a do acolher, a do honrar, a do fortalecer e a do curar… cada uma e todas as nossas histórias! Cada uma e todas nós!


Acesse nosso blog e saiba como foram os encontros.

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