Ateliê de Arteterapia do Proter – IPq HC

Orgulho por ter encerrado um ciclo de trabalho no Ateliê de Arteterapia do Proter – IPq HC; fechamento coroado com a reportagem a seguir, feita pela Rede Record.

Agradeço a Dr. Rita Cecilia Reis Ferreira pela oportunidade ao longo destes quase dois anos de trabalho e a cada um dos participantes do ateliê… pela acolhida tão generosa e pela possibilidade de acompanhar histórias de vida tão potentes! Confio que o Espaço do Ateliê é um Espaço de Saúde e penso que o depoimento de todos… e mais do que isso… a frequência de todos no Ateliê, mostra o quanto nosso universo interno é rico e cheio de possibilidades.

Uma das coisas que mais me encanta na Arteterapia é saber que.. através dela, podemos exercitar… o que ainda não é possível na vida… e que absolutamente tudo o que criamos retrata o potencial infinito de mudança que há em nós.

Trago comigo os traços, a voz, o olhar, o carinho, as cores e um pouquinho da história de cada um … memórias que sempre me levarão para pertinho de vocês!

Continuem exercitando a coragem… a saúde… o encontro. Eu acredito que ninguém cura ninguém… ninguém se cura sozinho… nós nos curamos é no encontro!!!

Arteterapeuta Alessandra Rosalles


Fonte vídeo: Portal R7 

Ciranda de Mulheres: retrospectiva aspecto feminino

No último sábado, 3 de dezembro de 2016, tivemos mais um encontro da Ciranda de Mulheres: Feminino e Individuação, no Espaço Terapêutico Vila Mascote. Para esse encontro, cada uma das participantes foi convidada a fazer em casa uma retrospectiva de tudo o que viveu, compreendeu e criou… sobre si mesma, ao longo dos encontros mensais da Ciranda. A partir desta retrospectiva, teria de criar e trazer para o grupo uma expressão – linguagem da alma – representando seu aspecto feminino mais mobilizado ao longo do ano. E assim, pudemos vivenciar juntas, um pouco mais das histórias do feminino de cada uma das mulheres da Ciranda, tecendo um encontro mais que especial!

“… Quanto mais inteiras forem nossas histórias, maior será o número de mudanças e desenvolvimento da psique. .. e melhor será nossa capacidade de captar e evocar o trabalho da alma. Quando trabalhamos a alma, ela, a mulher selvagem, vai se expandindo….” Clarissa Pinkola Estés.

A partir de 4 de fevereiro de 2017 esta Ciranda continua a girar!!!!

Será uma alegria ter você conosco!

Alessandra Rosalles

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Cirande de Mulheres: que semente potente mora hoje em mim?

Ontem foi mais um dia de Ciranda do Feminino, no Espaço Viver com Arte! Juntas, pudemos nos acolher e nutrir, mutuamente, através de uma proposta de trabalho delicada e forte, envolvendo a literatura, a arteterapia, a escuta e a fala, amorosas e a construção de mandalas carregadas de bons nutrientes… para fazer nascer novos sonhos e desejos femininos!
Gratidão a Cris, pelo convite e a todas as mulheres que se sentiram parte e fizeram esta Ciranda girar!!!

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O cuidador em foco – Reaprender a cuidar de si mesmo

Reaprender a Cui(dar-se), esse foi o tema de mais uma oficina realizada ontem, 23 de outubro, no Espaço Viver com Arte.
Gratidão a Cris pelo convite e a todas as participantes que … juntas… fizeram deste encontro de Arteterapia, um espaço de escuta amorosa, acolhimento e reflexão. E, assim, puderam perceber, sentir e materializar um lugar de repouso em si mesmas!
Que possamos multiplicar para todas as redes de cuidado a que pertencemos, tudo o que, juntas, pudemos construir e receber!!!
Gratidão!

“… Se você expressar o que habita em você, isso irá salvá-lo.
Mas, se você não expressar o que habita em você, isso irá lhe destruir…”.

Jesus – Evangelo de São Tomé.

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Ciranda de Mulheres: encontro 15.10.2016

Neste último sábado, no dia 15 de outubro, tivemos mais um encontro da Ciranda de Mulheres.

Neste encontro, terminamos de trabalhar o texto A procura de nossa turma: a sensação da integração como uma benção, de Clarissa Pinkola Estés.

“… A alma não reage ao gelo, mas ao calor. Uma atitude gélida apagará o fogo criativo da mulher. Ela inibirá a função criativa… Portanto, qual a solução? Aja como o patinho. Siga em frente, supere tudo com a luta. Apanhe logo a caneta, comece a escrever… Pegue o pincel… e pinte. Bailarina, vista sua malha, amarre fitas no cabelo… e diga ao corpo que se mexa. Dance… Pare de falar… Exerça sua arte. Sabe-se que o que está em movimento não se congela. Por isso, mexa-se. Vá em frente!!! …”. Clarissa Pinkola Estés p. 213. In. Mulheres que correm com os lobos.

E, para materializar, através da arte, o percurso vivido no entrelaçamento do texto com as histórias de vida de cada uma das participantes, trabalhamos o movimento, através da aquarela, confeccionando “delicadas e fortes” Mandalas do Self.

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Ciranda de Mulheres: Feminino e Individuação

Ciranda de Mulheres: Feminino e Individuação
Próximo Encontro da Ciranda 06.08.2016

Somos um grupo de mulheres que acredita e confia na importância do fortalecimento e da nutrição… mútuos… do feminino.

Nosso grupo é mediado pela arteterapeuta Alessandra Rosalles e a metodologia do nosso trabalho se ancora em duas premissas básicas:

  • A primeira, é a de que as histórias podem ser remédios. Portanto, as histórias de cada uma das participantes é ouvida, acolhida e entrelaçada, de forma amorosa, com as histórias do livro Mulheres que Correm com os Lobos, de Clarissa Pinkóla Estés.
  • A segunda é a de que, como diz Clarissa: “o ofício das mãos… o ofício do fazer… e a arte… também são curativos e importantes, porque celebram as estações da alma…”.

Desta última fala de Clarissa, entendemos que, através dos recursos expressivos, podemos estabelecer um canal direto com nossos anseios mais genuínos; exercitar nosso potencial criativo; trazer para a consciência questões importantes da nossa história e o mais bonito de todo esse processo: podemos materializar na arte e através dela, o que ainda não é possível fazer acontecer na vida!!!!

Confiamos que cada passo dado, na direção do acolhimento, do fortalecimento e da cura do feminino mais essencial, contribui para que toda a teia das mulheres ressoe nestas direções: a do acolher, a do honrar, a do fortalecer e a do curar… cada uma e todas as nossas histórias! Cada uma e todas nós!

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Se você também adora literatura, ouvir e contar histórias, dar e receber, a arte… e o ofício das mãos… e além disso, confia que juntas somos muito maiores, venha fazer parte desta Ciranda você também!

Será uma alegria ter você conosco!!!

Beijo grande,

da Alessandra Rosalles


Inscrições: 96501-2083

Fotos: acervo. É proibida a cópia ou reprodução das imagens e de qualquer parte do texto.

Matt Crabtree: fotografia e viagem ao passado

Mais sobre a beleza, a delicadeza a força e a sutileza do olhar… quando a vida e a arte se abraçam!!!!

O fotógrafo londrino Matt Crabtree, numa de suas jornadas diárias pelo metrô de Londres, é tocado pela imagem de uma mulher, de singular beleza, num momento de total introspecção.

“… Eu estava sentado entre os outros milhões ou mais de passageiros em um vagão de metrô numa viagem ao trabalho, quando eu olhei para cima e vi essa senhora sentada usando uma capa de veludo, em uma pose clássica atemporal. Ela estava em seu próprio mundo belo, longe do barulho de tudo. A pintura flamenca do século 16 veio à mente, e é isso…”. Matt Crabtree.

A partir desta imagem ele criou a série “16th Century Tude Passengers”, onde se dispõe a fotografar com seu celular, pessoas comuns, em trajetos do metro de Londres, e transportá-las para a atmosfera mágica do século XVI.

O desafio que Matt propôs a si mesmo é que as fotos sejam feitas, retocadas e publicadas durante seu trajeto no metrô, com seu aparelho de celular…

“… Olhei em volta e de repente não conseguia ver nada além de muitas outras pessoas detidas em seus próprios espaços atemporais, introspectivos, calmos, em momentos pessoais…”. Matt Crabtree

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Acesse o site do fotógrafo para ver as outras produções do projeto : Matt Crabtree | 16th century tube passengers


Fontes:

 

Falar de futuro aos 80 anos

E para quem duvida de que é importante falar de futuro aos 80 anos… fica a dica!

Mario Vargas Llosa reflete sobre seus 80 anos de vida:

“Não há mérito algum em completar 80 anos; em nossos dias, qualquer um que não tiver maltratado excessivamente seu organismo com álcool, tabaco e drogas pode conseguir. Mas, talvez, seja uma boa oportunidade para fazer uma pausa no caminho e olhar para trás antes de retomar a cavalgada.

O que vejo são histórias, muitíssimas, as que me contaram, as que vivi, li, inventei e escrevi. As mais antigas, sem dúvida, são aquelas que me contavam em Cochabamba a vovozinha Carmen e a Mamaé, para que eu tomasse a sopa e não pegasse tuberculose. A tísica era o grande bicho-papão da época, como décadas depois seria a AIDS, a qual, agora, a medicina também conseguiu domar. Mas, ocasionalmente, ainda se desatam as pestes medievais que assolam a África, como forma de nos lembrar, de vez em quando, que é impossível enterrar o passado completamente: o levamos a reboque, gostemos ou não.(…)”

(continue lendo…)

Mario Varga Llosas

Mario Vargas Llosa | foto: Fundación Nueva Democracia

Mario Vargas Llosa | Foto: Fundación Nueva Democracia

Podcast La Rueda Del Hámster

Deixo aqui a indicação de um podcast sobre Arte que me chegou há alguns dias: La Rueda del Hámster. Programa 91. Crear para transformarte.

Entre outras coisas, a escuta traz uma reflexão sobre o papel da arte na escola e na vida; a relação da arte com um suposto “talento” inato e a importância do exercício da expressão e da arte na vida.

Indico, especialmente, para os professores, os arteterapeutas e todas as pessoas que, de algum modo, estão interessadas ou envolvidas com o campo da arte.

Boa escuta- reflexão para nós!

Arterapeuta Alessandra Rosalles

Podcast_La rueda del hamster

Escolas argentinas usam arte como fio condutor para o trabalho pedagógico

Por volta de 1958, duas professoras universitárias argentinas – uma formada em Artes e a outra em Música -, abriram uma pequena escola, a princípio, na casa de uma delas, por acreditar que era necessário ousar e começar a desenvolver experiências alternativas de educação. Este foi o início do que seriam as Escolas Experimentais no país…

Passados muitos anos de trabalho e de luta, foi criado um método pelos docentes de lá, inspirado na pedagogia proposta por Paulo Freire. No método criado, a arte é utilizada como fio condutor no desenvolvimento do trabalho das disciplinas obrigatórias do currículo.

Desde sua chegada na escola, os estudantes tem contato com pincéis, tintas e instrumentos musicais e, é a partir destes instrumentos-recursos, que os professores conduzem suas aulas.

Para além da questão da arte como condutora dos processos de ensino-aprendizagem, há outros aspectos fundamentais na concepção e no desenvolvimento das Escolas Experimentais na Argentina.

Esta é uma história que vale a leitura!!!

Acesse o site do Centro de Referências em Educação Integral e leia mais detalhes desta história.

 Abaixo, entrevista com Emilio, professor de uma escola pública experimental em Ushuaia, Argentina.

Abraço,

Arteterapeuta Alessandra Rosalles