Logo_Museu da PessoaFoi no Outono de 2015, durante um Círculo de Histórias que esta história aconteceu, na Oficina da Escrita da Memória – Centro de Pesquisa e Formação do Sesc. Ela é fruto da minha crença de que histórias podem ser remédios, bálsamos na nossa vida! E, por isso, todas as mulheres precisam ser encorajadas a contar suas histórias – para si mesmas e para os outros – como exercício delicado e forte de recriar-se, de refazer- se…existir!

“Jurei que aquele era o último dia que iria chorar por nós. Daquele amor, eram dezessete anos de relacionamento e minha teimosia em ser fiel: homem, carreira, casa, família, filhos, o cão. Daquela mulher, pequenina…em si. Desta vez, quando pela centésima vez, ele pegou suas malas e saiu, chamei o filho mais novo e pedi que me ensinasse a mexer no computador. Jantar. Filhos. Pijamas. Dentes escovados. Silêncio. Singela oração. Sentei-me à mesa do computador…”.  { Leia a história na íntegra no site do Museu da Pessoa. }

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